Segurança em nuvem

A segurança em nuvem garante que todos os dados e serviços armazenados em uma nuvem sejam protegidos de ataques ou violações. Nesse sentido, também resguarda a segurança e privacidade de dados em infraestrutura, aplicativos e plataformas online.

De acordo com uma pesquisa realizada em 2021 pelo Censuswide, uma média de 4 em cada 5 empresas europeias perceberam economia usando a segurança em nuvem. Ela é usada principalmente para substituir appliances de segurança legados e reduzir os requisitos de largura de banda.

Ainda conforme o estudo, podemos destacar que essas reduções incluem:

  • VPNs (25%)
  • Redução da necessidade de largura de banda (23%)
  • Consolidação de fornecedor (21%)

Além disso, podemos destacar a substituição de firewalls caros (com Firewall-as-a-Service, ou FWaaS). Essa substituição gerou economia para 21% das equipes de TI participantes do estudo.

Como foi feita a pesquisa sobre segurança em nuvem?

Primeiramente, precisamos entender como o Censuswide chegou a essas porcentagens. A pesquisa foi realizada para examinar os objetivos e práticas dos CIOs e CISOs europeus, em um mundo de grandes mudanças nas redes e na segurança.

Ainda por meio da pesquisa, ficou claro que 99,5% dos entrevistados realizarão projetos de transformação de redes e segurança nos próximos 5 anos. A princípio, mais da metade já está em andamento, ou ao menos alinhada para os próximos 12 meses.

O objetivo da pesquisa foi responder à pergunta: o que isto significa na prática para as equipes, orçamentos, habilidades e fornecedores?

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Propriedade e financiamento de segurança em nuvem

À primeira vista, a pesquisa precisava esclarecer quem deveria assumir a responsabilidade e arcar com os custos. Nesse momento inicial, o foco eram os principais projetos de transformação e estruturas, como SASE e Zero Trust.

Logo de antemão, o estudo revelou que uma em cada três equipes de rede e segurança vai se tornar apenas um time nos próximos dois anos. Isso é estimado graças ao impulso pelo crescimento significativo no uso da nuvem que, na visão dos CIOs e CISOs, “torna improdutiva a separação das equipes”.

Outros dados levantados sobre propriedade e financiamento foram:

  • 92% dos CIOs não pretendem unificar os orçamentos de rede e segurança, mesmo quando houver a junção das equipes, e isso pode gerar atritos internos.
  • 27% dos líderes de TI estão transferindo a responsabilidade e o financiamento da segurança da rede para a equipe de segurança financiar as estruturas SASE e o Zero Trust. Por outro lado, o mesmo número (27%) está direcionando os orçamentos de segurança para as equipes de rede e de infraestrutura para financiar uma abordagem de segurança por projeto.
  • 28% dos entrevistados afirmaram que a arquitetura SASE pertence às equipes de rede. Apenas 18% a consideraram da segurança e 31% acreditam que a responsabilidade é compartilhada.

Assim, graças à falta de consistência do mercado, não é surpresa que 28% dos CIOs e CISOs esperem que as equipes de redes e de segurança continuem a competir pela propriedade dos projetos.

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Equipes e habilidades necessárias para a segurança em nuvem

Tanto quanto entender os custos é importante, outros insights essenciais para pensar a segurança em nuvem são os que dizem respeito às equipes. Veja abaixo os dados divulgados sobre como as empresas europeias participantes do estudo se organizam:

  • Com a convergência das áreas de redes e de segurança, 67% das equipes de TI na Europa se reportarão aos CIOs e aos CISOs, diretamente ou de forma hierárquica.
  • 28% estão crescendo ou esperam aumentar sua equipe de segurança para atender a uma esfera mais ampla devido ao uso da nuvem pela organização.
  • 28% das organizações que migraram pelo menos uma parte da segurança para a nuvem relataram já ter feito mudanças na estrutura ou nos profissionais da equipe de redes, e 26% relataram alterações na equipe de segurança.
  • 46% dos participantes da pesquisa afirmaram já estar enfrentando dificuldades para encontrar candidatos adequados para suas funções de segurança ou já preveem dificuldades no futuro.
  • 38% planejam selecionar candidatos fora dos mercados de TI, cibersegurança ou mesmo reskills, enquanto 30% pretendem remanejar profissionais das áreas de redeshelpdesk e de outras equipes internas.

Segurança em nuvem: uma vantagem unânime

Por fim, após todos os insights da pesquisa, fica evidente que as organizações são unânimes no objetivo de aderir à segurança em nuvem. Todas demonstraram a intenção de transformar as arquiteturas de redes.

Porém, apesar de ser uma meta em comum por 99,5% dos CIOs e CISOs, não há um consenso sobre o melhor método de colocar isso em prática. Existirá um amplo investimento nos próximos 24 meses para promover a transformação, isso graças à economia percebida no processo. Para essas empresas, o investimento em segurança em nuvem é algo garantido, mesmo que ainda não conheçam os melhores caminhos.

Segurança em nuvem é na AMTI

Afinal, essa é uma oportunidade tanto para transformar carreiras, quanto para garantir resultados. A segurança em nuvem evita que os resultados sejam prejudicados por atritos internos em relação à propriedade, burocracia e política desnecessárias. Ou, ainda, pela simples falta de colaboração entre profissionais de redes de segurança.

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