Muitos não sabem se o melhor para suas operações é atualizar seus servidores ou ir para a nuvem. Atualmente essa decisão passou a ser tomada com foco nas aplicações. Em 2015 a AMTI iniciou sua jornada na computação na nuvem após analisar mercado americano. Em 2007 Jeff Bezos (fundador da Amazon) criou a nuvem quando desafiou seus técnicos a criarem algo “que não caia, como uma nuvem”. Assim foi definido o que é um ambiente criado com grande preocupação na segurança e estabilidade de operação.

Nuvem ou servidores nos Estados Unidos vs Brasil

Nos EUA, na primeira metade da década passada não se discutia mais sobre computação na nuvem. Decisores adotaram seus benefícios para as operações de suas empresas e no Brasil essa conversa ainda não estava sobre a mesa; problemas de internet e falta de confiança em outras empresas eram motivos de suspeita. Nossos hábitos tornavam difícil calcular custos e riscos; além dos investimentos em estrutura local parecerem enormes e problemáticos. Imaginar uma decisão entre atualizar servidores ou ir para nuvem parecia absurda.

Da mesma forma, entre 2018 e 2019, diversas empresas estavam muito interessadas em entrar na onda da nuvem abolindo servidores locais. Migrações que não levaram em conta a tecnologia existente ou a comodidade dos usuários geraram frustrações e, pouco depois, impotência: o de estarem presos a um parceiro internacional que cobra em dólar e não se preocupa com a legislação ou realidade do Brasil.

Menos mágica e mais razão

Nuvem não cura câncer. Por vezes, empresas que adotam o modelo “nuvem primeiro ou apenas nuvem” sem analisar as possibilidades e riscos de eliminar a computação local (mesmo em um datacenter regional) tem suas opções muito limitadas assumindo assim riscos desnecessários. Há pouco, uma indisponibilidade em alguns serviços do Google deixou hospitais no escuro por todo EUA. Esse risco é real e as empresas precisam saber que não existe mágica com a contratação de uma empresa do outro lado do mundo para resolver problemas locais. Sempre, migrações no modelo de negócio requerem mão-de-obra especializada e um mapeamento e planejamento completos. Ainda, ofertas que parecem muito mágicas por fim geram frustrações, infortúnios e não raro, prejuízos financeiros e operacionais.

O equilíbrio

Com algumas lacunas existindo nas ofertas de nuvem bem como os custos elevados somados à dificuldade de operação para se manter servidores locais, surgiu a computação de borda. Em 2019 esse modelo começou a ganhar corpo no Brasil e o Gartner projeta crescimento de 650% nesse modelo computacional até 2025. Projetos racionais e seguros aumentam a segurança das aplicações ao mesmo tempo em que geram economia e aumento da eficiência das empresas que, nesse sentido, passam a se preocupar com seu negócio.

Hoje não há estratégia única; atualizar servidores ou ir para nuvem é uma discussão que depende da aplicação. Opções como Office 365 e Salesforce são excelentes para reduzir custos operacionais bem como otimizam tempo do setor de tecnologia. Em contrapartida, uma simples migração de banco de dados ou servidor de arquivos para a nuvem podem gerar prejuízos para toda operação caso não sejam bem planejados.

Por fim, a regra para a definição de nuvem ou servidores locais é a análise do negócio. Fornecedores de programas finalmente, em regra, possuem uma oferta integrada à nuvem ou oferecem a seus clientes modelos que facilitam essa adoção. Migrar aplicações já existentes para a nuvem requerem planejamento especializado e análise de pontos de disponibilidade e segurança.

A AMTI desenvolve soluções personalizadas de computação na nuvem, datacenters definido por software ou híbridos ao mesmo tempo que possuímos nossos próprios datacenters e oferta computação de borda resiliente. Contate-nos e teremos prazer em auxiliá-lo na sua tomada de decisão.

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