ameaça de ciberataque

Estamos diante de uma nova ameaça de ciberataque russo. Segundo a CNN, Joe Biden, o atual Presidente dos EUA, está atento para os movimentos da Rússia em resposta ao apoio do governo americano aos ucranianos.

A princípio, a ameaça é que Putin estaria planejando usar de seus agentes de Inteligência e grupos criminosos para atacar departamentos do governo americano, hospitais, infraestruturas e serviços públicos dos EUA. Uma ameaça de ciberataque é algo esperado da estratégia de Putin, que vem atacando a Ucrânia com mísseis hipersônicos de última geração.

Ameaça de ciberataque

Porém, a grande pergunta é se o líder russo se arriscaria a criar um conflito cibernético contra Washington. De acordo com entrevistas à CNN, Washington é um estado com capacidade de superar o arsenal russo e devolver golpes devastadores.

Nesta segunda-feira, Biden deixou um aviso por escrito sobre ser este o momento para o setor privado levantar defesas online. Afinal, é o setor privado que detém a infraestrutura mais crítica da nação.

Do mesmo modo, Anne Neuberger, responsável pela cibersegurança americana, informou que após detectar a atividade preparatória da Rússia, a administração se organizou para listar todas as empresas e setores vulneráveis aos ciberataques. Segundo Anne, ainda não existem evidências de uma ameaça específica.

Desde a invasão à Ucrânia há mais de três semanas, a Casa Branca é constantemente alertada sobre um potencial ciberataque russo. Mas afinal, qual a motivação e o tamanho do perigo?

O que motiva a ameaça de ciberataque?

De acordo com a CNN, as sanções internacionais aparentam ter efeitos devastadores na economia russa. Quanto mais tempo as sanções permanecem em vigor, piores são os danos para os cidadãos russos. O setor bancário do país já está isolado do mundo.

Além disso, Putin pode estar buscando vingança contra o Ocidente por enviarem armamentos anti-tanques e anti-ataques aéreos para o oeste da Ucrânia. Similarmente, estes mesmos armamentos foram usados para atacar os russos anteriormente. Dessa forma, é esclarecido o porquê de Putin intencionar ciberataques diretos contra os EUA.

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A ciberguerra não é de hoje

A ameaça de ciberataque pode ser uma novidade para os EUA, mas a Rússia já havia utilizado dessa tática pouco antes.

Anteriormente, Washington já havia culpado a Rússia pelo ataque de SolarWinds em 2020. Esse ciberataque ocorreu contra servidores federais e uma vasta gama de sites dos serviços públicos. Além disso, um grupo criminoso russo chamado “DarkSide” teria sido responsável pelo ciberataque de ransonware ao Trans-America Colonial Pipeline em 2021.

Na conferência em Genebra de 2021, Biden já havia dito a Putin que certas áreas de infraestrutura crítica deveriam ser deixadas de fora do alcance de ataques cibernéticos. Foram listadas 16 entidades específicas, sendo as de energia elétrica e água inclusas.

Ainda assim, segundo o informe anual de Avaliação de Ameaças, o grupo de inteligência americano advertiu o mundo sobre a Rússia estar projetando cabos submarinos e sistemas de controle industrial nos EUA e outros países. Ou seja, isso demonstra o potencial para comprometer estruturas internacionais durante uma crise.

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Biden alerta as grandes empresas

Agora, existe um grande debate sobre a ameaça de ciberataque. Segundo a CNN, embora os ataques aos bancos e agências governamentais ucranianas tenham sido menores, ainda há um grande risco de um desastre de cibersegurança.

Por exemplo, os riscos incluem cortes gerais de energia elétrica e até mesmo envenenamento do sistema de água potável da Ucrânia.

Os especialistas entrevistados pela CNN afirmam que, embora a Rússia esteja bem-posicionada para uma ameaça de ciberataque contra os Estados Unidos, essa hipótese não é provável. Atualmente, os especialistas acreditam que Putin entende que as forças tecnológicas dos EUA são superiores.

Ao mesmo tempo, Biden se pronuncia dizendo que usaria todas as ferramentas para deter, e se necessário, revidar a ameaça de ciberataque contra as infraestruturas críticas russas.

Reforçar as proteções contra ciberataques

Além disso, Biden alertou as empresas americanas sobre a importância de reforçar as proteções contra ciberataques antes que seja tarde. Atualmente, algumas organizações recorrem ao governo por não terem capacidade de se protegerem sozinhas.

O custo da cibersegurança é especialmente oneroso para os pequenos negócios. Os EUA enfrentam diariamente prejuízos de milhões de dólares em ciberataques. Porém, o real sentido do alerta de Biden é abrir os olhos do setor privado sobre uma ameaça muito mais grave a caminho.

Biden destaca aos empresários: “Vocês têm a força, a capacidade e a responsabilidade de reforçarem sua cibersegurança e resiliência dos serviços críticos e tecnologias que os estadunidenses dependem”.

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