O que é Edge Computing?

O termo “Computação de Borda” foi cunhado pela maior empresa de consultoria de tecnologia global (Gartner) em 2015 após analisarem que o modelo de computação de nuvem atenderia a demanda das aplicações novas (concebidas sobre esse modelo computacional) e não buscava resolver problemas computacionais clássicos.

A estatística é respeitável, o próprio Gartner preconiza que em 2025, 76% dos dados corporativos não serão criados na nuvem e tampouco serão criados em datacenters locais e privados. Onde serão?

A resposta dessa pergunta é: “na borda”. O conceito de computação de borda cria um modelo computacional que mitiga os pontos de falha de uma estrutura computacional clássica, onde a operação fica concentrada geralmente em uma sala de servidores local com diversos ativos de diversas naturezas de diversos fornecedores; tudo isso torna a operação complexa e causa diversos cenários de indisponibilidade não previstas.

O modelo de computação em nuvem veio como uma resposta à esses problemas de indisponibilidade entretanto acaba por fim apenas excluindo a variável de aquisição e gestão de datacenter da operação das empresas. A conectividade e troca de dados é mais perigosa e vulnerável que o da computação clássica e existe muita coisa que pode dar errado (exemplo de indisponibilidade de Internet, ações de terceiros, dificuldades de integração de ferramentas que não sejam as do fornecedor (como segurança e backup). Em regra (mais de 90% dos casos) deixa as empresas vulneráveis à contratos regidos por leis americanas e um regime de cobrança obscuro e imprevisível; além do fato de não atender com o mínimo de eficiência aplicações que demandam baixa latência. Sistemas de gestão clássicos sobre a nuvem são exemplos do dia-a-dia de insucesso de estratégias “apenas cloud”.

Projetos de Computação de Borda trazem em si a disponibilidade de computação que se obtém com a nuvem e as vantagens de conectividade e rede obtidas em um datacenter local. Conceitualmente requer a utilização de no mínimo 2 datacenters físicos padrão Tier-3 (alta-disponibilidade total de ativos lógicos e físicos) em redundância entre si.

Em 2017 iniciamos nosso projeto de Computação de Borda como pioneiros na matéria no Brasil. Aos nossos ativos hoje somam-se centenas de quilômetros de rede óptica sobre o qual algumas das operações mais críticas da nossa região contam com nossa estrutura para assegurar suas operações e garantir a disponibilidade e existência de seus negócios.

Financeiramente é um modelo previsível e amigável, representando sempre um ótimo custo/benefício no mesmo instante em que simplifica de maneira grandiosa a operação de infraestrutura.

  • Computação de borda;
  • Link dedicado;
  • Hospedagem;

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