Computação em nuvem como chave para a vantagem competitiva Postado por: AMTI - 05/10/16


O setor de TI vem ganhando destaque estratégico nas empresas. Segundo estimativas, o mercado deve crescer 3% em 2016 — um sinal de mais oportunidades, mas também de maior competitividade.

Um estudo realizado pela Oracle revelou que cerca de metade das empresas no mundo olham para as vantagens competitivas que a Cloud Computing — ou computação em nuvem — é capaz de fornecer aos seus negócios.

Você sabe como a cloud computing pode ser a chave para sair na frente dos concorrentes e aumentar seus lucros? Se a ligação entre esses dois fatores ainda não está clara, acredite: há evidências de que esse sistema pode trazer grande vantagem competitiva à sua empresa! Confira!

Produtividade e inovação aos negócios da empresa

Embora os serviços em nuvem já não sejam uma novidade há muito, faz pouco tempo que as empresas perceberam o valor estratégico que a tecnologia pode ter em seus negócios.

Esse modelo de computação oferece uma gama infindável de possibilidades que permitem aos gestores inovar não só nos serviços que oferecem, mas também no modelo de negócios em que se estruturam. Novas tendências, como a Internet das Coisas (IOT) baseiam-se em modelos de nuvem e são temas de pesquisas na área de TI.

Os serviços fornecidos por provedores de nuvem geram maior mobilidade e acessibilidade nas operações, facilitando o compartilhamento das informações entre gestores e colaboradores. Isso aumenta a produtividade da empresa pois torna possível automatizar processos, desenvolver aplicativos e novas tecnologias baseadas em modelos inovadores de negócios.

O acesso e o compartilhamento das informações pelas equipes envolvidas nos projetos favorecem a realização de tarefas coordenadas, ágeis e precisas. O resultado é um serviço ou produto com alto padrão de qualidade entregue ao usuário.

Essa conectividade e agilidade das informações viabiliza, ainda, uma visão panorâmica do negócio ao gestor, que se torna capaz de mudar o rumo dos processos e inovar, tendo em vista as necessidades do mercado. Essa abordagem não trata apenas do uso de um novo modelo de computação há anos conhecido, mas também de integrá-lo dentro da estratégia digital dos negócios da empresa.

Segurança para os processos corporativos

As informações que são criadas e circulam nas empresas têm uma importância vital para os negócios. Nada mais natural do que a preocupação com a segurança no armazenamento e no processamento desses dados. Aliás, uma empresa que preza e mantém segura as informações dos seus clientes tem uma vantagem significativa no mercado.

No livro “Gestão da Segurança da Informação”, Marcos Sêmola divide em três as propriedades da segurança digital:

  • Confidencialidade: acesso privado limitado a pessoas autorizadas pelo proprietário;

  • Integridade: inviolabilidade e manutenção das informações armazenadas;

  • Disponibilidade: informações sempre disponíveis a quem se deve por direito.

Será que a computação em nuvem se sustenta nesses pilares? Em caso afirmativo, a empresa que lançasse mão desse modelo conquistaria maior credibilidade ante seus clientes e poderia posicionar-se à frente de seus concorrentes.

De fato, a segurança dos sistemas em nuvem tem-se fortalecido a cada dia e, em muitos aspectos, são mais confiáveis que o armazenamento local. Os dados, por exemplo, são criptografados desde a inserção das informações até a gravação nos servidores. Isso evita que pessoas não autorizadas tenham acesso a dados privados — o que garante a confidencialidade das informações corporativas.

O armazenamento local em documentos físicos, como planilhas e formulários impressos, está sujeito a perdas, deterioração e outros tipos de danos. Por outro lado, a computação em nuvem garante que tudo seja preservado, longe da ação do tempo e de outros fatores erosivos. Seus dados estarão sempre íntegros.

As regras de privilégios de acesso às informações da nuvem são bem rígidas, cabendo aos gestores determinar os níveis de acesso que cada usuário terá, atendendo ao princípio da disponibilidade.

A segurança dos dados armazenados em nuvem no Brasil é garantida pela Lei 12.965/14, mais conhecida como o Marco Civil da Internet. A lei define aspectos importantes, como a privacidade e a neutralidade no tratamento dos registros dos usuários na cloud em território nacional. Por isso, vale ressaltar aqui a importância de optar por uma nuvem nacional, que responde às leis brasileiras, em vez de armazenar dados em nuvens de outros países.

Redução de custos

Não raro, as empresas têm dificuldades de reunir verba suficiente para investir na compra de novas licenças de softwares ou hardwares modernos. Há ainda o peso das despesas com a manutenção da infraestrutura de TI que eleva o valor final que é repassado ao usuário.

A computação em nuvem disponibiliza, para as empresas, toda a infraestrutura necessária para a realização das tarefas administrativas e armazenamento dos dados, sem que o gestor precise se preocupar com a manutenção dos equipamentos.

Sem uma infraestrutura local para ser reparada, a empresa reduz custos com mão de obra especializada. Tudo isso fica sob a responsabilidade do fornecedor do serviço, o que se reflete num produto final de qualidade por um valor competitivo e acessível ao cliente.

Flexibilidade da computação em nuvem

Tendo em vista a natureza volúvel e versátil do mercado, o ideal é que as empresas tenham a liberdade para adaptar rapidamente seus serviços e plataformas para oferecer um produto que atenda seu cliente segundo suas necessidades e exigências atuais. Essa capacidade de adaptação faz muita diferença num mercado cada vez mais competitivo.

Ao passo que a infraestrutura local costuma ser insensível às mudanças do mercado, os serviços da nuvem são mais flexíveis e são oferecidos on demand, ou seja, segundo as necessidades da sua empresa. Essa flexibilidade envolve tanto a capacidade de armazenamento e processamento quanto o tempo que o gestor deseja fazer uso dos serviços.

Certamente, a computação em nuvem é uma realidade e um caminho sem volta. Ficarão em desvantagem as empresas que procrastinarem a imersão dos seus serviços em uma plataforma online, quer totalmente, quer em um modelo híbrido.

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