O mercado de TI, hoje, está com o olhar voltado para as soluções em nuvem, como o Backup as a Service (BaaS) e o Disaster Recovery as a Service (DRaaS). O motivo é simples: a Cloud Computing trouxe benefícios significativos relacionados à redução de custos, eficiência e agilidade.

Com esses fortes apelos, o que se observa é um movimento crescente de migração de serviços e aplicações para a nuvem, utilizando-se, também, infraestrutura disponibilizada virtualmente.

Tanto o BaaS quanto o DRaaS trazem essas características e endossam o valor que a TI pode agregar ao negócio, especialmente no que se refere à sua continuidade.

Conheça melhor essas tecnologias neste post e saiba quais são os principais argumentos para justificar o investimento nesse tipo tendência. Que essa leitura sirva para convencer a gestão de TI nas empresas sobre inovações que vêm transformando a realidade tecnológica no mercado.

Qual o momento ideal para aplicar?

A melhor forma de se responder essa pergunta é com outra pergunta: sua empresa está preparada para desastres?

E o caminho mais pertinente para responder esse segundo questionamento é analisar uma sequência de questões cruciais!

  • Quanto a empresa perde com um sistema parado?
  • Quantos negócios deixam de ser feitos por hora se um serviço prioritário de TI estiver fora do ar?
  • Quantos departamentos terão seus fluxos de trabalho impactados se os dados do negócio não estiverem disponíveis?
  • Quanto vale a hora de cada funcionário parado porque algo da TI está fora do ar?
  • Qual o impacto de indisponibilidades na imagem da empresa?
  • Qual o risco de o cliente correr para a concorrência sempre que a empresa der margem para descrédito, em função de falhas e interrupções nos serviços de TI?

Ao responder a todas essas questões, fica claro que o momento ideal para se adotar políticas robustas de segurança da informação e de continuidade dos negócios é o quanto antes.

Exemplificando fica ainda mais claro! Imagine um e-commerce de vestuário, que enfrenta uma concorrência acirrada no mercado e precisa oferecer uma experiência positiva ao seu cliente como diferencial, já que preços e variedade de produtos são similares aos dos demais players do mercado.

Após anunciar uma data específica para uma queima de estoques, o site não suporta o alto volume de acessos simultâneos e cai. Qual o preço dessa pane? Volte às perguntas que já enumeramos e note o quanto é grave uma situação dessas.

E se, ao menor sinal de queda, o data center replicado for acionado para dar continuidade aos serviços, sem que o cliente perceba qualquer ocorrência indesejada? Essa é a situação ideal! É isso que se espera de uma TI estratégica, que não só oferece suporte ao negócio, como também antecipa desafios e oferece soluções inteligentes para os problemas cotidianos da empresa.

Como justificar os investimentos nessas soluções?

Bom, se já foi dito que o melhor momento para se adotar uma diretriz sólida de recuperação de desastres e backup dos dados do negócio é agora, resta saber quais são os argumentos que podem convencer a alta administração e os gestores de TI a investirem nesse caminho.

Não bastassem todas as questões existenciais que apresentamos no tópico anterior, especialmente a que aborda a perda que o negócio registra ao ter serviços de TI interrompidos, algumas outras questões justificam a contratação desses serviços em nuvem.

A primeira delas é sobre produtividade. Ao se implementar serviços em Cloud, tem-se maior automação de tarefas, maior integração entre sistemas e bases, redução de falhas e reaproveitamento de módulos e rotinas.

A segunda se refere à otimização das equipes de TI, que podem maximizar sua atuação e se dedicar ao relacionamento com as áreas de negócio e ao desenho de soluções alinhadas com as necessidades que são apresentadas.

Outro benefício é a agilidade na resposta ao cliente. Já que dados e aplicativos são restaurados de imediato, não há tempo de espera para que o cliente conclua suas demandas ou a satisfação de uma necessidade. Aquela plaquinha de “desculpe, estamos fora do ar” fica no passado e, com isso, ganham os clientes e a empresa.

A redução de custos também é notória. Adquirir equipamentos de alta performance, manter equipes especializadas, comprar licenças de software e atualizar todos os mecanismos de segurança custa caro. Quando essa despesa passa a ser de responsabilidade do provedor, há um alívio nas contas da TI. Claro que o contrato embute as despesas com o cliente, mas aí é que está a diferença: a contratante paga apenas pela infraestrutura e recursos consumidos e não a totalidade dos equipamentos e times, como se fossem sua propriedade.

Riscos minimizados também precisam entrar no rol de argumentos a favor dos serviços em Cloud. E isso se deve à robustez da segurança oferecida pelos provedores, que garantem a integridade dos dados e das aplicações armazenadas e replicadas em sites espelhados.

Outro fator que merece destaque é a melhoria da experiência do cliente. Ele é a razão de ser de todo negócio e, hoje, a concorrência é agressiva. Quando a experiência do usuário é positiva, as chances de fidelização são maiores. Os serviços na nuvem agregam essa característica a um negócio por sua natureza de agilidade, mobilidade, flexibilidade e escalabilidade.

A vantagem competitiva também deve ser lembrada como benefício dos serviços virtualizados e o motivo é simples: se eles agregam produtividade, otimizam a atuação dos times, trazem agilidade, reduzem custos e melhoram a experiência do cliente, o resultado só pode ser um melhor posicionamento no mercado, logo, maior diferencial competitivo.

De fato, não é recente a discussão sobre a visualização do retorno do investimento sobre TI (ROI) e sempre que uma mudança precisa ocorrer o assunto vem à tona. E realmente, para alguns projetos de TI, é complicado explicitar o benefício, especialmente se a expectativa for por um valor financeiro.

Então, alguns elementos extremamente estratégicos precisam entrar em cena. E são fatores de peso, como os que acabamos de citar. Mais do que números efetivos, os resultados desse tipo de investimento têm um teor bastante intangível, mas não menos notório.

O sucesso do negócio depende da TI. Há justificativa melhor que essa?

Quando um serviço cai, o mais comum é o corre-corre de analistas e lideranças em busca de uma identificação rápida da origem do problema. Mas às vezes, a tempestividade desejada esbarra em diversos obstáculos, especialmente quando a falha é desconhecida e não há um roteiro prévio para restauração da situação.

Enquanto a solução não vem, os serviços ficam indisponíveis, a pressão pela solução aumenta, o cliente percebe a interrupção, prejuízos começam a ser computados.

Evitar esse tipo cenário é um dos maiores ganhos que os serviços em nuvem trazem. Antes de identificar causa-raiz de incidentes e problemas, a primeira iniciativa é acionar o backup e o site espelhado. Somente depois, parte-se para a catalogação daquele erro e para a roteirização dos procedimentos que deram certo na restauração do sistema ou da base de dados afetada.

Do ponto de vista da empresa contratante, esse fluxo fica transparente. Ela só se dá conta do restabelecimento de um sistema que ficou fora do ar por alguns segundos por meio do reporte do provedor e pelos registros em sistemas de gestão do outsourcing (painéis gerenciais). Não fosse por isso, a interrupção sequer seria notada.

Ao escolher um provedor para esse tipo de serviço, é fundamental buscar um parceiro capaz de não só disponibilizar equipamentos e soluções, mas também estudar a realidade do cliente para entregar uma solução personalizada para as necessidades do negócio.

Além disso, é vital que o provedor disponha de soluções completas, seguras e flexíveis, para permitir a integração com os sistemas do cliente e possa oferecer a escalabilidade adequada para negócios que, como se espera, tendem a expandir.

Por isso a Cloud não pode ser vista como mera tendência, mas sim como exigência para os negócios que querem alcançar perenidade. Essa via é de mão única e irreversível, então cabe aos gestores de TI avaliarem os prós e contras e se abrirem ao novo.

Inovar é palavra de ordem na atualidade e não à toa alcançou o status de requisito para o sucesso de empreendimentos de todos os tamanhos. Ter dinamismo para acompanhar os movimentos de transformação da TI é papel dos responsáveis pela governança. E eles não podem se furtar a decidir o melhor para a empresa.

Empresas que buscam alta performance e racionalização dos custos de TI precisam colocar em pauta a discussão sobre o Backup as a Service (BaaS) e o Disaster Recovery as a Service (DRaaS). Esse é o caminho para maior eficiência operacional e para a prova definitiva do valor da TI para o sucesso de qualquer negócio. Quer argumento mais convincente que esse?

E então, está pronto para começar a inovação na sua empresa? Conheça as soluções de outsourcing de TI mais adequadas para a realidade de cada empreendimento! Entre em contato com a AMTI!

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